Solene Ação Litúrgica – Sexta-Feira SANTA

Sexta-Feira Santa No dia da morte de Nosso Senhor, a liturgia torna-se particularmente fúnebre. Logo pela manhã rezamos o Ofício de Trevas que é composto dos textos do Breviário Romano, com suas antífonas, salmos e responsórios, para as horas de Matinas e Laudes do tríduo sagrado. Seu nome se relaciona com as velas do tenebrário (em número de quinze), as quais vão sendo apagas após a recitação de cada salmo, de modo que ao final somente uma permaneça acesa.

Esta vela simboliza o próprio Cristo, cuja luz se eclipsou nestes dias de “potestas tenebrarum” e por isso é levada para trás do altar e logo em seguida retirada, a fim de simbolizar que a derrota de Cristo é somente aparente e que a verdadeira vitória é a Sua gloriosa Ressurreição.

Diante do sacrário vazio, do altar denudado, da cruz e das imagens cobertas de roxo e recitando o Ofício de Trevas começamos a Sexta-feira Santa sentindo com a Igreja o luto pelos sofrimentos de Nosso Senhor e nos dispondo a acompanhá-lo no decurso do dia com a penitência e a oração. Já às 15:00, hora em que Nosso Senhor entrega Seu Espírito, tivemos a Solene Ação Litúrgica; onde a Igreja relembra a morte de Cristo de modo especial. Neste dia o canto solene da Paixão, as grandes orações solenes, em que a Igreja pede confiadamente pela salvação dos homens e a adoração da cruz: são a ação de graças dos resgatados que, em comum reconsideram diante de Deus tudo o que o mistério da cruz para eles representa.

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